quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Passagem Bíblica (Mateus 27,54)


LEIA DEVAGAR      BEM DE VAGAR     FAÇA PAUSAS    
                                           MEDITE
                              
                      Leitura corrida é leitura perdida
                                   
                               O Mestre ensina a viver              
   
“Na realidade, este homem era o filho de Deus!” (27,54)
Foi por amor a mim que o filho de Deus sacrificou sua vida.
      
      Um rei ia entrando em sua cidade, quando do alto de um muro rolou uma pesada pedra sobre sua carruagem. Esse acontecimento foi tomado como um atentado coletivo da cidade, contra o soberano. De imediato, a cidade foi cercada. O rei mandou expedir um decreto, exigindo que os conspiradores e atentadores se apresentassem. Caso contrário a cidade seria destruída. Como ninguém se apresentou, foi marcada a data em que a cidade seria arrasada, juntamente com todos os seus habitantes.
      Um moço de outra cidade, honrado e inocente, apresentou-se diante do rei: “Majestade, sinto ver o povo de esta cidade ser condenado. Eu ofereço minha vida em troca da liberdade, do perdão e da felicidade deste povo”. O rei aceitou o sacrifício. Ordenou que no local do atentado se fixassem lanças na terra, com pontas para fora. E do alto da muralha, de onde a pedra rolara, o moço teria que se atirar sobre as pontas de lança... E assim se fez.
      Por muito tempo, o povo daquela cidade chorou a morte de seu salvador e guardou eterna gratidão ao seu grande benfeitor. 
     Jesus fez por mim coisa semelhante. SACRIFICOU sua vida, para que eu tivesse a VIDA SOBRENATURAL e o perdão divino... Jesus sacrificou sua vida, para que eu tivesse a FELICIDADE, a mais perfeita... E para SEMPRE.
    “Por isso, Jesus, quando te contemplo crucificado, com tuas mãos pregadas, teus pés perfurados, tua fronte rasgada pelos espinhos, parece-me ouvir tua voz a me dizer: “foi por AMOR... A você... Que eu morri!”
     A ti, Cristo, meu Mestre, meu SALVADOR... Tu “sacrificaste tua VIDA HUMANA, para que eu tivesse em mim a VIDA DIVINA”.

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